O ponto de partida da sua campanha

Sua principal força são os ELEITORES.
Eles precisam ser ESCUTADOS com muita atenção.
Somente assim ficarão PRÓXIMOS a você.
Para isso, use a única ferramenta de marketing usada no mundo inteiro como a mais eficiente forma de conhecer, compreender e tirar conclusões sobre os eleitores: a PESQUISA ELEITORAL.
Conheça e incorpore na sua campanha a Pesquisa Top100
Ela é o canal inovador para CONVERSAR somente com quem conhece você.

Quais são as vantagens da Pesquisa Top100?

Ela é ágil, econômica e estratégica.  

  • Coleta opiniões em POUCOS DIAS
  • Impulsiona a QUALIDADE da campanha
  • Exige BAIXO INVESTIMENTO

Campanhas vitoriosas sempre utilizaram pesquisas NORTEADORAS (aquelas “escondidas” que indicam caminhos seguros para a comunicação com os eleitores). Sem ORIENTAÇÃO de pesquisa não adianta injetar recursos na campanha, nem sorrir para eleitores ou apertar mãos.


A Pesquisa Top100 entrevista quem?

A Pesquisa Top100 localiza e entrevista unicamente quem CONHECE o candidato.
Quem conhece o candidato é a melhor FONTE DE INFORMAÇÃO para o planejamento da campanha.
Quem conhece o candidato fala sobre os pontos fortes e sobre o que precisa acontecer para ampliar a CHANCE DE VITÓRIA.

Por que a Pesquisa se chama Top100?

Por uma centena de razões... Mas estas são as principais:

  • Porque é uma pesquisa compacta, registrando exclusivamente as opiniões de 100 ELEITORES que declaram conhecer o candidato.
  • Porque cada questionário contem dezenas de questões, reunindo 100 possibilidades de respostas, TOTALIZANDO 10.000 RESPOSTAS QUANTITATIVAS (100 x 100 = 10.000).
  • Porque cada questionário pode receber até 100 PALAVRAS provenientes de respostas de perguntas abertas TOTALIZANDO 10.000 PALAVRAS (100 x 100 = 10.000).
  • Porque o candidato sozinho ou com o apoio da sua agência de propaganda e marketing - também pode compor questões de sua preferência, consultando o CATÁLOGO DE 100 QUESTÕES relativas a sua situação.
  • Porque os resultados serão 100% CONFIDENCIAIS e de uso exclusivo do candidato.
  • Porque 100 é um numero básico que permite falar em PERCENTUAL.
  • Em relação à ESTATÍSTICA, a Pesquisa Top100 segue literalmente a definição de Frequência Percentual, que  significa a frequência com que determinada categoria ocorre em relação ao NÚMERO 100. 

Quantos eleitores são amostrados?

Centenas de eleitores serão CONTATADOS para possibilitar a extração de uma AMOSTRA DE 100 cidadãos que CONHECEM o candidato. Para isso serão feitos QUESTIONAMENTOS PRÉVIOS e PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS.

Para estudar a IMAGEM E O POTENCIAL DE VOTO, as entrevistas feitas com eleitores que desconhecem o candidato são totalmente inúteis.

Como são identificados os que conhecem o candidato?

Há duas formas opcionais de aproximação, identificação e seleção dos eleitores que conhecem o candidato:

  • pela abordagem dos eleitores da região, sem a intervenção do candidato ou 
  • pela utilização de uma lista cedida por ele, contendo nomes de pessoas que o conhecem.

No primeiro caso, a abordagem dos eleitores é por sorteio, aplicando-se um filtro de triagem: Você conhece (nome do candidato)? Conhece bem, mais ou menos, ou conhece pouco?

No segundo caso, a partir da lista fornecida pelo candidato, a mesma filtragem é feita, para confirmação.

Se o candidato optar por fornecer uma lista de nomes, poderá incluir seus conhecidos diretos ou indiretos. Exemplo: clientes, fornecedores, eleitores antigos, colaboradores, parceiros, representantes de entidades, ex-colegas de escola, empresários, profissionais liberais e outros.

Como a Pesquisa Top100 é realizada em sigilo, a relação poderá abranger inclusive concorrentes e adversários, recolhendo assim pontos de vista contrários.

Como são feitas as entrevistas?

O candidato pode escolher, conforme seu orçamento, entre duas opções:

  • entrevista pessoal domiciliar - aquela em que os entrevistadores abordam o eleitor em casa ou
  • entrevista por telepesquisa - aquela em que os entrevistadores agendam previamente e, depois, conversam com o eleitor por CATI (sistema de pesquisas com apoio em computador).

Quais resultados a Pesquisa Top 100 revela?

Top100 é uma PESQUISA DE IMAGEM E POTENCIAL DE VOTO.

Na etapa inicial das campanhas, quando a maioria dos eleitores ainda está indecisa, medir a intenção de voto é prematuro e desnecessário, mas explorar e avaliar o POTENCIAL DO CANDIDATO EM RECEBER VOTOS É INDISPENSÁVEL.

A história comprova: nas eleições proporcionais, os eleitores só decidem em quem votar em época próxima da votação.

Assim, a prioridade é investigar se os eleitores conhecem o candidato, o que sabem dele, como o julgam e qual é a CHANCE DE SER VOTADO.  E também como eles comparam o candidato com os principais adversários.

Aqui estão alguns pontos checados pela Pesquisa Top100:

  • Preocupações dos eleitores no âmbito pessoal e familiar
  • Sentimento de renovação na política
  • Receptividade às candidaturas novas e às tradicionais
  • Conhecimento dos candidatos: espontâneo x estimulado
  • Rejeição x aceitação: justificativas
  • Atributos de imagem do candidato: competência, empatia, carisma, etc
  • Perfil positivo e negativo
  • Percepção de valor da candidatura: importância da presença no cenário eleitoral
  • Conhecimento da atuação privada e pública do candidato
  • Consequência de apoios e alianças: favorece x prejudica
  • Fatores que afetam positiva ou negativamente
  • Preferência por candidatos e potencial de voto 
  • Pré-teste de conceitos e material publicitário
  • Participação nas redes sociais

A Pesquisa Top100 reúne perguntas essenciais. Porém, o candidato e equipe podem ajustá-las,  consultando o CATÁLOGO DE 100 QUESTÕES.

Para que servem os resultados da Pesquisa Top 100?

Os resultados da Pesquisa Top100 ajudam as equipes de MARKETING, COMUNICAÇÃO e PROPAGANDA a:

  • Divulgar os ATRIBUTOS mais poderosos do candidato 
  • Usar uma LINGUAGEM com maior poder de apelo e persuasão para conquistar os eleitores
  • Destacar as IDÉIAS dão força para a postura do candidato
  • Divulgar o que interessa para o eleitor na MÍDIA SOCIAL
  • Descobrir as FRAQUEZAS dos candidatos adversários
  • Dar atenção à DEMANDA dos eleitores 

Em resumo, a construir uma IMAGEM POSITIVA e AMPLIAR O POTENCIAL DE VOTO.

Como é feita a análise dos resultados?

Os resultados da Pesquisa Top100 - explicados em texto de fácil compreensão - são acompanhados de tabelas, gráficos, mind-maps e indicadores estratégicos. A análise será complementada com recursos amplamente utilizados em pesquisas. Por exemplo:

  • SWOT,  que é um resumo dos pontos fracos, pontos fortes, risco e oportunidades.
  • NPS, que quantificará os percentuais de promotores e os detratores, fechando os 100%.
  • Pareto, princípio que separa o que é trivial do vital - distinguindo quais são os 20% de fatores que causam 80% de impacto e quais 80% de fatores causam 20% de impacto.
  • E  outras matrizes que revelam o que é essencial e o que você não deve se preocupar.


Quem realiza a Pesquisa Top100?

O Instituto Bonilha, organização pioneira em pesquisas de opinião, é o único que aplica a Pesquisa Top100

No segmento político, o Instituto Bonilha acumula experiência em centenas de pesquisas eleitorais de âmbito municipal, estadual e federal - em todo o território nacional.

São pesquisas que embasam decisões estratégicas, desde a seleção do candidato até a avaliação do seu desempenho no transcorrer de toda a campanha eleitoral. 

A participação do Instituto Bonilha na política abrange, também, pesquisas voltadas ao planejamento e à avaliação do impacto de programas governamentais, segundo critérios e normativas de agências nacionais e internacionais de investimento e desenvolvimento.

Solicite sua proposta pelo e-mail: contato360@bonilha.com.br

Investimento

As estatísticas mostram que apenas 30% dos empreendimentos e projetos acabam tendo sucesso. A razão é que dependem deste trio: tempo, orçamento e qualidade. O tempo passa rápido, o orçamento é sempre curto e a qualidade depende de pessoas que às vezes nem sabem o que estão fazendo. 

A Pesquisa Top100 é positiva nos 3 pontos: é rápida e deixa a campanha mais competitiva. Quanto ao orçamento, a Pesquisa Top 100, por ser compacta, evita na fase inicial da campanha gastos extraordinários com pesquisas complexas e de pouca utilidade.

Como contratar: 
Conheça o valor e as condições de pagamento,  informando cargo a que concorre e região de interesse. Envie por aqui: contato360@bonilha.com.br

Como obter desconto: 
Lista de e-mails e de telefones fixos ou celulares e respectivos nomes de pessoas que conhecem você, com mais de 300 nomes, garantem a dedução de 10% sobre o valor da Pesquisa Top100.


Escute o que uma centena de eleitores tem a dizer sobre você


Sonho? Imaginação? O coração de uma projeto eleitoral de sucesso pode abrigar, sim, o conceito de candidato premium.  Quando se pensa em conceber um candidato como um produto e torná-lo líder de vendas, alguns poderiam taxar essa pretensão como pejorativa: “candidato não é sabonete”.

Para as ciências do marketing e da comunicação, alavancar o prestígio de uma personalidade pública, a ponto fazê-la fortemente assimilável por alguns estratos sociais, não é um objetivo irrealizável. Um grande produto sempre é possível, se a matéria prima for de qualidade e se possuir características que atendam a exigência do mercado. Seu reconhecimento tem início ao levar valor para o consumidor e ao capturar valor de volta para o fornecedor. No caso do político, seu sucesso estaria fundamentado na fertilização cruzada de valores entre seu partido, seus apoiadores, comunidades e a nação.

Qual é a fórmula? Um grande produto eleitoral precisa ir além do convencional, seguir novas trilhas e adotar princípios inovadores. Seria uma mudança de comportamento difícil de ser posta em prática no atual  ambiente político, conhecido por suas barreiras às diferenciações modelares. É tradicional. Na administração pública, igualmente, as restrições egoístas não dão chance à transcendência.

Uma campanha para cativar os eleitores, conduzida por mentes esclarecidas, suporta ideias brilhantes. Agrega esforços de sapiência para vencer os desafios impostos pelos cidadãos. Busca e acha meios para dar sustentabilidade às vantagens competitivas, desde a criação de propostas com nexo na realidade até a comunicação corpo a corpo com o eleitor.

Um projeto de poder destinado a formar protagonistas autênticos não prospera SEM PESQUISAS ESTRATÉGICAS. As pesquisas são as antenas de percepção das necessidades e aspirações da população. Sem elas não haverá nenhuma possibilidade de erigir e eleger candidatos íntegros, zelosos, resolutos e progressistas que alcancem alto nível de aceitação: candidatos modelo premium.

Seu candidato é Top Service? 


Por mais aversão que isto suscite, inegavelmente, eleição é um  fértil campo de trabalho. Só estranharia quem ignora a natureza essencial do sistema capitalista e da democracia. Uma campanha eleitoral, não importa para qual cargo seja, adquire enorme capilaridade geográfica. Poderá envolver tanto a nação como um todo, como um minúsculo bairro de uma pequena comunidade. São milhares de frontes de batalha, a exigir recursos humanos e, deles, inteligência para gerir e coordenar.

Uma campanha eleitoral nada mais é do que um tipo de organização. Assemelha-se ao modelo corporativo ou militar. Sua missão é conquistar ou manter uma posição de poder. Ao longo da história, as campanhas tornaram-se mais complexas, tendência acentuada nos últimos anos. As mudanças comportamentais dos eleitores e os avanços tecnológicos impuseram transformações nas suas práticas.

Como efeito, abriu-se espaço para gestores dotados de visão holística, capazes de dominar e concatenar as informações que impactam e pressionam os processos eleitorais. Seu papel é captar, processar, analisar e sintetizar dados para a criação de contextos estratégicos persuasivos, sustentadores de táticas efetivas de influência e atração de eleitores.

Estes novos condutores, devem liderar equipes de profissionais preparados e proativos, sem o que, sozinhos, não conseguiriam atingir estes objetivos:

  • flexibilizar e customizar o processo de geração e distribuição de informação
  • examinar os aspectos críticos dos processos da campanha
  • avaliar situações emergentes, ameaças, vulnerabilidades e riscos (inclusive cibernéticos)
  • aplicar a informação na gestão de crises 
  • utilizar competitivamente informações em iniciativas destinadas a ganhar superioridade
  • analisar as decisões de marketing e comunicação da campanha
  • estabelecer critérios de valorização da cidadania e padrões de dignidade social a serem respeitados durante toda a campanha

Tais ações tornam-se factíveis, operacionalizadas com eficiência  e implementadas eficazmente, se amparadas e concentradas em uma unidade a englobar todas elas: um núcleo de informações estratégicas e pesquisas. A produção própria e exclusiva, hoje, é um passo à frente dos adversários concentrando benefícios inegáveis. Sigilo e confidencialidade, imprescindíveis numa campanha, sobrepõem-se a todas as vantagens: tem-se o controle total da obtenção e da disseminação da informação, selecionando-se quais tipos poderão ser produzidos e liberados, quando, onde, como e para quem.

O lema de um curso de pós-graduação em Guerra de Informação, de uma academia européia, resume bem a missão de um núcleo de informações e pesquisas estratégicas: Protagonizar iniciativas, antecipar mudanças e capitalizar oportunidades.
Inúmeras ferramentas analíticas, originárias do mundo corporativo ou militar, são empregadas nas campanhas eleitorais.