O início do cumprimento das sentenças dos condenados do Mensalão provocou um aumento, nas últimas semanas, da quantidade de eleitores interessados no caso. Atualmente, 87% acompanham o desenrolar da situação, segundo pesquisa do Instituto Bonilha/Brasil. 
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Em setembro, a decisão do STF de aceitar os embargos ficou conhecida por um terço dos entrevistados. Mas as recentes determinações relativas às prisões dos condenados tornou-se conhecida por quase todos os eleitores, segundo a pesquisa de novembro (92%).
Em setembro, 84% dos entrevistados aguardavam uma decisão do STF que mantivesse as condenações, rejeitando a admissão de novos recursos. Em razão disso, 72% dos entrevistados discordavam totalmente da decisão que contrariava suas expectativas. O novo quadro detectado pela pesquisa revela um resultado significativamente inverso: aprovação das prisões por 76% dos respondentes.
Em setembro, 55% dos entrevistados declaravam que o povo brasileiro sentia-se revoltado com a decisão do STF de aceitar novos recursos. Outros 33% afirmavam que o sentimento dos brasileiros era de frustração. A maioria dos entrevistados, agora, considera que os eleitores estão satisfeitos com o novo rumo do caso (60%).
Em setembro era muito forte a impressão de que a decisão do STF de aceitar os embargos seguia um viés político, visão atenuada após 15 de novembro com as novas medidas. A imagem do STF acentuadamente negativa em setembro, assim, inverteu-se radicalmente, recuperando-se em poucas semanas, até o final de novembro.
Ainda há pessimismo quanto ao término do Caso Mensalão no que tange às penas. O ceticismo dos eleitores persiste elevado ainda em novembro: 43% acreditam que elas não serão cumpridas e 34% observam que serão reduzidas.
De acordo com os eleitores ouvidos pelo Instituto Bonilha, as eleições poderão serão impactadas pelo episódio. 
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