Com eleição confirmada ou adiada, pesquisas serão inevitáveis. Basta a curva do vírus baixar para o sobe-desce das curvas dos candidatos se iniciar. 
Como são feitas as pesquisas eleitorais? Você nunca foi entrevistado? Elas são confiáveis? Este podcast fornece uma explicação básica bem compreensível.
Ouça e descubra como nós, os institutos, realizamos as pesquisas quantitativas que orientam as escolhas dos eleitores. PODCAST

Pesquisas eleitorais. Agora, pra valer. 



Como todos percebem, as eleições provocam sentimentos negativos: antipatia por candidatos, descrença em propostas, frustração com as instituições democráticas, pessimismo sobre mudanças. Eleição após eleição as pesquisas evidenciam a crença de que os candidatos não são “grandes coisas” e sempre dão um “jeitinho para se reelegerem”. Quanto aos novos, esses adquirem velhos comportamentos, sendo apenas “mais dos mesmos”. Quando a pesquisa indaga a razão da escolha, a resposta corriqueira é: “voto no menos pior”.

TRANSIÇÃO
Como encontrar algo de bom nessa malquerença do eleitor? As eleições têm um lado positivo? Há razões para esperança. Uma tendência se forma e traz ânimo. A superpopulação planetária e seus super problemas estão a exigir medidas abrangentes e independentes da vontade de políticos autóctones. Eles contribuem pouco, ora agindo inspiracionalmente, ora colocando-se a serviço de interesses estranhos. Todavia, soluções estão brotando de laboratórios, centros de pesquisa, universidades e de instituições globalizadas. Elas concebem formas inovadoras de combate aos males, a partir de questões comuns aos países, compartilhando com eles recursos e experiências exitosas.

POLÍTICOS
O panorama é desafiador. Ele requer dos políticos da década número dois, competências e atitudes, corajosas e compatíveis com uma interação diferenciada com a sociedade e o planeta. Como essa esperança pode se concretizar? A resposta está contida na palavra da moda: mindset. O primeiro passo de um político producente seria submeter o próprio cérebro a um setup consciente, que o habilite a atuar em consonância com os imperativos da realidade. Treinar e domesticar a mente para substituir perspectivas, desaprender reminiscências, convergir propósitos pessoais com os coletivos, refrescar a network trazendo companhias afinadas com o novo posicionamento, ampliar a sinergia com o eleitorado, colocar o cidadão no centro de tudo, construir alianças voltadas à ação, aprofundar a compreensão dos fatos da política e da sociedade - tendo frequentemente em mãos pesquisas de opinião, estudos sociais e informações tecnológicas. Esse personagem, sem necessariamente ser super-herói, poderia ser chamado de Político 2.0.

CAMPANHAS
O segundo passo acontece no âmago da campanha eleitoral. A receita da transformação está condensada na palavra: reshape. Essa remodelagem prevê o abandono da ideia da “campanha safári”, envolvendo caçadores de votos, ou da “campanha rodeio”, destinada a laçar eleitores pela retórica vazia. Ao invés, concebê-la como um projeto colaborativo, de amplo interesse social, pois dele depende a reversão para um presente melhor e o avanço para um futuro promissor. Não é recomendável o transplante de experiências anteriores, de outras campanhas, mesmo vitoriosas. Seus integrantes devem resistir à tentação do “funcionou antes” e do “seria legal fazer”. O planejamento de ações e de plataformas de propostas requer orientação por valores bem articulados. A execução obedeceria a diretrizes tecnicamente embasadas, norteada por princípios científicos. É no ambiente da campanha que o Político 2.0 consolida seu mindset. Viabiliza-se ao experimentar um ambiente de reflexão técnica sobre a atualidade, de discussão dos atributos necessários para o exercício do cargo e de exercícios para um diálogo efetivo com a comunidade.

REMODELAGEM
A repaginação mental dos políticos e a renovação do design das suas campanhas são condicionantes para uma nova fase de confiança e otimismo. Por isso, “campanhas relâmpago” desservem o sistema político. Ao contrário, precisam de mais tempo, o suficiente para incutir-lhes preparo moral, intelectual e profissional. É na convivência duradoura com times competentes que o Político 2.0 aprenderá a substituir as respostas antiquadas para antigas dificuldades por melhores práticas. E a identificar os problemas vindouros, precavendo-se contra os impasses imprevisíveis ou contingenciais. 

A história, mais uma vez, baixou sua cancela, impondo limite ao avanço das desídias, egoísmos e despreparos. Mas oferece passe livre para aqueles que, legitimados pelo voto, usam da prerrogativa do cargo para serem protagonistas de grandes missões guiadas por visões de vanguarda. Abre oportunidade para os Políticos 2.0. Que venham!

Eleições 2020 aguardam Políticos 2.0



Não perdemos a motivação. Por três décadas, desenvolvemos e aplicamos conhecimento na área de pesquisa social e de mercado. Nesse tempo, ajudamos a empoderar as organizações públicas e privadas e suas equipes, fornecendo-lhes dados confiáveis e informações inteligentes.

Uma forte convicção orientou esse trabalho permanente: a de que a pesquisa prevê perspectivas diferenciadas, põe à prova novas abordagens e ajuda a prover os consumidores e cidadãos com melhores produtos, programas, políticas e serviços.

Em suma, estamos aí, entrando em outro decênio, solidários e empenhados na solução de problemas e na construção de confiança na sociedade.

E a apenas um clique de distância de você: contato360@bonilha.com.br

Entrando (com vontade!) em nova década de trabalho intensivo, criativo e inovador.


Um post-it encontrado dentro de uma garrafa que flutuava entre o Oceano Vermelho e o Oceano Azul alertava:

“Se acreditas que terás chance de trabalhar na Nasa, na Amazon, no MIT, no Google, no Governo Sueco ou numa campanha eleitoral americana, tentando impressioná-los com tuas pesquisas ilustradas com fotos de muitos post-its coloridos colados em canvas gigantes, esqueça. Ficarás ilhado. Concluirão que tu ficou muito marcado pelos trabalhos manuais da pré-escola”.

A post-its-zação do pensamento, das pesquisas, do planejamento e dos processos em geral conduz a resultados carentes de embasamento teórico consistente.


A expressão “prêt-à-porter” significa "pronto para vestir" e foi criada por um estilista francês logo após a Segunda Guerra Mundial. Num impulso de criatividade, resolvemos designar nossa coleção de “pesquisas prontas” de avaliação da satisfação de clientes e usuários de produtos e serviços de várias áreas, especialmente dos serviços públicos, educação e saúde.

Na área da saúde, por exemplo, é simples, rápido e fácil colocarmos em prática ampla gama de estudos que compõem nossa experiência. Por serem padronizados, podem ser adaptados a novas instituições, com pequeno esforço de planejamento técnico. Cobrem a demanda por informações de instituições tais como hospitais, clínicas especializadas, laboratórios de exames e planos de saúde. Pesquisas prontas para vestir!

Mande-nos um e-mail para conhecer nossa expertise em pesquisas para a área da saúde: contato.

Como vai a saúde da sua instituição de saúde?





Pequenas mudanças nas empresas, fundamentadas na compreensão dos valores, expectativas, sentimentos e motivações dos clientes, trazem resultados animadores. Sim! A pesquisa de mercado sugere como repensar as relações com os clientes para ganhar sua satisfação, simpatia e lealdade. https://tinyurl.com/y373wfn6

Eles têm muito a falar sobre sua empresa e seus produtos.


Visibilidade online tem sido uma condição perseguida pelas empresas, para ações de propagação de marcas e produtos, tão logo a internet se popularizou. Recentemente, os políticos mais instruídos em marketing se conscientizaram sobre a indispensabilidade dos canais digitais para seu branding. Em vez de bradarem usando meios de comunicação tradicionais, que passam por disrupção, reforçam a aproximação com os cidadãos usando da nova mídia.

Para ampliar a audiência e conquistar maior aceitação, a partir das surpresas das últimas eleições, muitos se tornaram fanáticos pelo “rock social midia every moment”, seguindo o modelo Trumpamericano.

Nesse contexto, o eleitorado, é bombardeado crescentemente a cada minuto, ora por conteúdos persuasivos bem-intencionados, ora por mensagens cuidadosamente esculpidas com fins de manipulação. Elas desembarcam nos celulares e notebooks em vários formatos, inclusive fakes, incentivando diferentes públicos à interatividade. Capturam um tempo considerável dos eleitores que, viciados em estímulos frequentes, as acessam várias vezes por dia.

Os blábláblás dos políticos, antes circunscritos à televisão, rádio e jornais impressos, discursos e comícios, espraiaram-se pelos canais de mídia digital. Geram contrapartidas dos eleitores que, criando ou respondendo comentários, disseminam longas réplicas, comprovações com fotos, vídeos e frases ou simplesmente clicam sobre emoticons.

Essa parte do ecossistema digital, caótico, vem sendo objeto de estudos e de tentativas de regulamentações oficiais. No entanto, para os marketeiros, a presença dos políticos na internet torna-se desafio e oportunidade: encontrar formas de neutralizar ameaças de fontes adversárias aos seus clientes e explorar seu potencial para fortalecer suas reputações.

Um levantamento do Instituto Bonilha, referente ao mês de maio, constata que a presença dos prefeitos municipais do sul do país no mundo virtual, em meio a tudo isso, é inexpressiva, especialmente se comparada com a do prefeito de São Paulo. Expõe que, contudo, entre os três sulinos, o prefeito de Curitiba pontua com relevância frente aos de gestores de Florianópolis e Porto Alegre. A fraca aparição da trinca deve-se à presença em perfis sem força de multiplicação de conteúdo (individuais ou acentuadamente locais) e à ausência nos perfis influenciadores (como G1, UOL, grandes jornais web, blogueiros famosos ou institucionais).

O gráfico compara as proporções das métricas de cada um, por plataforma, contabilizando apenas os posts ou peças presentes em perfis mais influenciadores, não distinguindo entre veiculações orgânicas ou pagas. Nem leva em consideração a natureza da mensagem, se positiva ou negativa, do ponto de vista de conteúdo ou dos sentimentos envolvidos. Essas variáveis compõem outras seções do estudo do Instituto Bonilha.

Comparativo entre os prefeitos Gean Loureiro (Florianópolis), Nelson Marchezan (Porto Alegre) e Rafael Greca (Curitiba) revela presença fraca nas plataformas sociais. (Fonte: Instituto Bonilha).


Você está confinado a um orçamento apertado? Nos bons tempos dos gordos orçamentos, tudo era possível, tudo podia ser incluído em múltiplos processos. Mas quando você está trabalhando em um mundo de orçamentos pequenos, o jeito é reduzir e priorizar. Qual produto tem o maior potencial para gerar impacto relevante nos negócios? Qual oportunidade tem forte chance de se tornar realidade? Quais processos devem ser alterados ou cancelados?

Considerando tudo o que acontece, o foco deve estar concentrado nos elementos estrategicamente mais influentes. Para que essas escolhas e decisões não ocorram de forma intuitiva ou subjetiva, impõe-se a busca de dados e informações em fontes técnicas de alta credibilidade, especialmente por meio de pesquisas de mercado. Podemos ajudá-lo? Saiba como: Instituto Bonilha

Cortes e contingenciamentos nos negócios exigem inteligência estratégica.


Os partidos sempre foram vistos negativamente pelos eleitores ou, pelo menos, não tinham nenhum valor para eles. Neste momento, desfrutam de uma reputação EXTERNA péssima. A novidade é: a imagem negativa começa a corroer os partidos também INTERNAMENTE. Constata-se que as lideranças partidárias municipais estão mantendo relações frias com as lideranças maiores e diretórios estaduais. Frustrados com a mudança do panorama político e partidário, não esperam muito deles. Enfraquecidos e desprestigiados estão conservando toda a energia para o fito de sobreviver e não para desperdiçar em lealdade. O pouco que lhes é oferecido e o muito que lhes é sugerido não provoca impacto na atitude dos membros locais. Com vistas a 2020 disputam entre si as oportunidades, desconfiam das tentativas de diálogos e negociações dos líderes top e recebem com receio propostas e planos vindos de cima, com medo de que contenham algum grau de ilicitude.

Os partidos políticos estão partidos e perdidos. Irão se recompor e achar um caminho?