Com eleição confirmada ou adiada, pesquisas serão inevitáveis. Basta a curva do vírus baixar para o sobe-desce das curvas dos candidatos se iniciar. 
Como são feitas as pesquisas eleitorais? Você nunca foi entrevistado? Elas são confiáveis? Este podcast fornece uma explicação básica bem compreensível.
Ouça e descubra como nós, os institutos, realizamos as pesquisas quantitativas que orientam as escolhas dos eleitores. PODCAST

Pesquisas eleitorais. Agora, pra valer. 



Organização presente há 30 anos no ramo de pesquisa de mercado passa a disponibilizar seus conhecimentos para agências de propaganda empreenderem nessa área. Oferece consultoria para a implantação de departamento ou até mesmo para criação de um instituto de pesquisa agregado à agência.

A iniciativa constitui-se numa oportunidade, nesse momento em que a pesquisa de mercado vem ganhando papel relevante entre as atividades típicas das agências. É fundamental para integrar e alinhar as tradicionais funções de atendimento, planejamento, criação, produção e veiculação - seguindo a tendência “full-service”.

Pesquisa: antes importante, agora indispensável

Para a missão da agência, são imprescindíveis o conhecimento e a compreensão dos perfis de públicos, da força das marcas, dos impactos das campanhas, da satisfação dos consumidores e da receptividade a novos produtos e serviços.

O avanço da tecnologia e da metodologia de pesquisa, tornadas mais acessíveis, ampliaram o acesso às informações estratégicas e de apoio à decisão. Ainda mais quando a agência dispõe de uma estrutura ou departamento próprio para planejamento e execução de projetos de pesquisa internas ou como unidade autônoma de serviço aos clientes.

Pesquisa unifica áreas

A reorganização das agências de propaganda, privilegiando a pesquisa, reflete a confiança neste instrumento como mediador entre atendimento, planejamento, criação, produção e mídia. Reconhecem que uma visão integrada auxilia a condução do cliente a uma posição de liderança no mercado.

Também atende o novo comportamento das empresas de recorrerem somente às agências que estão sintonizadas com os fluxos de informações provenientes do mercado, na expectativa de que a criatividade da comunicação esteja bem orientada pela realidade dos públicos de interesse, especialmente frente à concorrência.

Pesquisa é diferencial

A pesquisa de mercado agrega valor ao planejamento da comunicação interna ou externa das organizações e empresas, dando distinção a quem a pratica. Em tempos de crise e transformação, quando as agências de propaganda perdem espaço para inúmeros concorrentes de serviços específicos, volta a premência de verticalizar-se, abrangendo operações de mídia social, design, relações públicas, produção gráfica e, acima de tudo, pesquisa de mercado.

Para detalhes sobre a consultoria, interessados devem manifestar interesse pelo e-mail: contato360@bonilha.com.br

Agências de propaganda passam a explorar pesquisa de mercado como diferencial



Por que os consumidores não ficam aborrecidos por estratagemas de marketing claramente enganosos como a fixação de um preço em R$ 9,90 em vez de R$ 10,00? Existia uma lenda comercial de que as empresas que etiquetam R$ 9,90 conduzem as pessoas a acreditar em menos, em apenas R$ 9,00. A lenda foi transformada em hipótese de pesquisa.

Grandes varejistas a investigaram por meio de estudos de mercado para descobrir se o artifício funciona e, psicologicamente, porquê. Comprovou-se que o preço fixado em número não-redondo proporciona maior credibilidade e mensurabilidade.

Na prática, o preço quebrado reduz queixas sobre "por que vocês não colocam o preço exato?". E descarta a impressão de que "eles estão arredondando para mais". De fato, se o preço é fixado em R$ 10,00, um número surpreendente de compradores imagina um acréscimo: "o preço real deve ser R$ 8,50", "o preço real deve ser R$ 9,00", "o preço real deve ser R$ 9,50"... Raramente pensariam em R$ 11,00 reduzidos para R$ 10,00.

Qual preço tem maior credibilidade?



Todos reconhecem a importância de ouvir a opinião da população ou de grupos específicos como clientes,funcionários ou eleitores. A internet serve para isto? Nesse super canal de comunicação, de forma confusa ou ordenada, todos podem se manifestar. Enunciam seus estereótipos absurdos ou suas idiossincrasias sensatas, na linguagem coloquial ou científica, em português ou javanês. Há incontáveis convergências e divergências que chegam rolando como pérolas ou devastando como tsunamis. Difícil é analisar, concatenar, sintetizar, extrair dessa miríade o o que é fundamental para orientar um plano, uma ação ou uma simples providência.

Quem precisa tomar decisões impressiona-se com a ressonância da  voz do povo vinda das redes sociais. Acha relevante deslindar os meandros das razões e sentimentos que se entremeiam no mundo virtual, Contudo, sente-se incapaz de deduzir tendências, descobrir oportunidades ou extrair conclusões do interior dessa realidade virtual caótica.

Enquanto as participações se multiplicam na velocidade da luz, as formas consolidadas de ouvir as pessoas ainda são as mais confiáveis, em que pesem as técnicas, ainda experimentais  que começam a surgir para decifrar e categorizar as mensagens da nova Torre Eletrônica de Babel.

Não vim para explicar, vim para confundir. Chacrinha diria o mesmo sobre a Internet?


Gostaram da palavra? A criatividade é uma graça que grassa por aqui. É de graça.

O fato é que o país arrasta, sôfrego, sua carga de males seculares, um fardo maldito sobre seu frágil lombo atrofiado pelo crescimento minguado. De progresso, apenas escassos indícios, massacrado pela lentidão, parasitismo político, ignorância popular e disseminada falta de imaginação.

A esperteza, na raiz de todos os problemas, tudo permeia. Em todos os cantos, cantões e canteiros do país revela sua impressionante dinâmica de regeneração: fermenta, cresce, prolifera, gera anticorpos, resiste e perpetua-se. Obtém a dádiva da vida, como um premio à sua incrível genética. Autogênese, homogênese, endogênese, para quem queira uma explicação genética para a malandragem.

Para o cidadão atônito, alienígena em seu próprio país, resta-lhe assistir a interpretação cotidiana de sessões corridas de shows grosseiros: fantoches manejam fantoches em múltiplos palcos edificados para exibições de manipulação e ilusionismo.  Prestidigitações para criar belos castelos, usando como cartas as varias figuras que compõem o caos.

Tribunas, praças, ruas, estradas ou palácios - qualquer lugar se presta a esses shows midiáticos de equilibrismo desastrado - não poderia ser diferente, num clima de desestabilização que se espraia.  De um regime de presidencialismo disfarçado, mal assentado num sistema de capitalismo socialismo híbrido, descamba-se para algo que merece o apelido: antiestablishmentarismo.

Quando o establishment se desfaz, o piche do impeachment consegue restaurá-lo?


Para ampliar a chance de uma marca ocupar uma posição de liderança na mente do consumidor, mesmo que entre as 10 Mais, são necessárias estratégias diferenciadas de comunicação e marketing, coerentes com um de 3 possíveis cenários. A pesquisa Top of Mind é o primeiro passo para conhecer o mais fundamental: a marca existe na cabeça do consumidor? Com que força ela está presente na memória do mercado? Em qual cenário ela se insere?

Nossa experiência de quase duas décadas de pesquisa Top of Mind revelou três situações em relação às marcas lembradas pelos consumidores que habitam o Sul brasileiro.

A primeira, que chama mais a atenção, é a da marca que consegue ser lembrada por mais da metade dos entrevistados. Não é raro o segundo lugar reter um percentual pequeno. Faz parte da cultura de consumo. Por exemplo, quando se pergunta sobre refrigerantes.

A segunda situação é oposta. Ocorre quando um grande número de marcas é lembrado. São dezenas de marcas que reúnem percentuais de recordação pequenos e que acabam estabelecendo uma frágil competição entre si. Nenhuma alcança um índice de lembrança suficientemente elevado para que possa criar seu próprio espaço na mente do consumidor. Constata-se isto no segmento das churrascarias, restaurantes, pizzarias e panificadoras.

Há um terceiro cenário caracterizado por ser quase vazio: um alto número de consumidores não se recorda de nenhuma marca da categoria de produto ou serviço. Em geral, quando se trata de marcas de produtos ou serviços muito específicos.

Marcas disputam território mental