A cobertura midiática relacionada às pesquisas está pautando os candidatos e o processo eleitoral de 2024. No entanto, alguns veículos de comunicação têm utilizado em suas matérias resultados de pesquisas com amostras sem valor estatístico significativo, divulgando conclusões e projeções precipitadas sobre o crescimento ou decréscimo na aceitação de líderes políticos.

É importante ressaltar que uma amostra adequada é relevante para se obter uma visão geral da população, mas o tamanho da amostra deve ser considerado em relação ao tamanho da população. Por exemplo, uma amostra inferior a 1.000 entrevistados revela-se relativamente pequena se aplicada para investigar um universo próximo de 2 milhões de habitantes de uma cidade, dos quais aproximadamente 1,5 milhão são eleitores.

Uma apuração como essa seria semelhante a uma enquete, diferente de uma pesquisa que atende aos critérios necessários para uma análise válida e confiável.

Portanto, os resultados obtidos a partir de uma amostra insuficiente ou imprópria podem não ser representativos da população como um todo, nem retratar o que pensam os eleitores. Quando a qualidade da amostra é precária, podem ocorrer resultados imprecisos ou tendenciosos, limitando a generalização dos resultados para a população mais ampla.

PESQUISA DE SATISFAÇÃO X PESQUISA ELEITORAL

No que tange à avaliação da atuação de governo, é imprescindível que se busque representar a opinião de toda a população, não somente dos eleitores, uma vez que as decisões governamentais afetam a vida de todos os cidadãos, independentemente de terem ou não votado nas últimas eleições. Assim, recomenda-se que a pesquisa de avaliação de desempenho e de satisfação com os governantes seja realizada com a população em geral, objetivando alcançar uma visão mais ampla e representativa da opinião pública acerca da performance e contentamento com a gestão pública do governo. Pois é possível que tais pesquisas apresentem resultados distintos de uma pesquisa aplicada apenas aos eleitores, isto é, as de potencial e intenção de voto, em razão das diferenças entre as perspectivas e expectativas de ambos os grupos em relação ao governo.

Algumas pessoas acreditam que os eleitores representam o pensamento da totalidade da população, mas isso ignora a existência de milhares de eleitores aptos a votar que optam por se abster e têm opiniões contrárias. Com as eleições municipais se aproximando, é importante lembrar que uma avaliação de governo municipal que não leva em conta os não eleitores pode ser tendenciosa. Isso ocorre porque a população de não eleitores pode ter características demográficas, socioeconômicas, políticas e outras distintas da população exclusivamente de eleitores. Em resumo, é essencial representar a população de não eleitores na amostra da pesquisa ou realizar pesquisas separadas para efeito de comparação. 

IA ESCLARECE

" Enquetes são uma forma simples de coletar opiniões, geralmente sem rigor metodológico ou científico, muitas vezes realizadas online ou por telefone. Já as pesquisas são estudos mais complexos, que seguem protocolos rigorosos de amostragem e metodologia, com o objetivo de coletar dados representativos e confiáveis sobre um tema específico. Em resumo, as enquetes são mais informais e podem apresentar resultados menos precisos, enquanto as pesquisas são mais formais e buscam obter resultados mais confiáveis".

Pesquisas de satisfação com o governo: é importante ouvir toda a população.



O mundo dos negócios continua a evoluir e o mesmo acontece com as metodologias para a realização das pesquisas de mercado. Para acompanhar os avanços não basta abraçar técnicas novas e inovadoras, é necessário também coexistir com as tradicionais. Este artigo, que ocupa 2 minutos do seu tempo,  mostra a importância de combinar as etapas consagradas da pesquisa de mercado com os passos inovadores do design thinking.

A pesquisa de mercado é uma parte essencial de qualquer estratégia comercial. É um processo de coleta, análise e interpretação de dados relacionados à demanda de mercado, tendências e comportamento do consumidor. O sucesso da pesquisa de mercado depende dos métodos de pesquisa utilizados para levantar, examinar e interpretar dados. Nos últimos anos, os princípios do design thinking passaram a ser uma metodologia cada vez mais aplicável à pesquisa de mercado, graças à sua capacidade de proporcionar uma abordagem mais empática e inovadora ao processo de pesquisa.

O design thinking é uma abordagem focada no ser humano que se concentra na compreensão das necessidades e desejos do usuário final ou do consumidor. Os princípios do design thinking podem ser aplicados à pesquisa de mercado para enriquecer os dados coletados e fornecer insights sobre o comportamento e as motivações do público alvo.

Uma ferramenta comumente usada por esse método é o mapa de empatia. Ele é um diagrama que ajuda os pesquisadores a definir e compreender as ideias, sentimentos, linguagem e comportamento do público-alvo em relação a um produto ou serviço. Usando um mapa de empatia, os pesquisadores podem entender melhor o contexto em que seu público-alvo opera, ajudando-os a projetar questões de pesquisa mais eficazes e a reunir dados mais relevantes.

Outra ferramenta poderosa é o brainstorming. Ao utilizar o brainstorming, os pesquisadores e suas equipes podem gerar muitas hipóteses e soluções em um curto espaço de tempo. O brainstorming estimula o pensamento criativo, o que pode levar a insights únicos nem sempre evidenciados através de métodos tradicionais de pesquisa.

A gamificação é outro recurso poderoso que pode ser usado para enriquecer o processo de pesquisa. Ela envolve a incorporação de elementos de jogo no processo de pesquisa, tais como pontos, fichas e recompensas. A gamificação ajuda a aumentar o engajamento e incentiva os participantes a chegar a  dados mais detalhados e precisos.

A desktop research é outra técnica que envolve a coleta de informações explorando os recursos existentes, tais como periódicos acadêmicos, livros e artigos on-line. A desktop research amplia o contexto para abrigar qualquer questão de pesquisa e pode contribuir para determinar as necessidades do público alvo com antecedência.

A criação de um produto mínimo viável (PMV) também é um momento essencial no processo de pesquisa. Um PMV é uma versão inicial de um produto com características suficientes para permitir que os usuários testem seu conceito central. Ao criar um PMV, os pesquisadores podem rapidamente reunir feedback e fazer as mudanças necessárias antes de investir muito tempo e recursos em um produto ou serviço que pode não atender às necessidades de seu público-alvo.

Finalmente, a co-criação é uma técnica que envolve a integração do cliente no processo de desenvolvimento da solução. Ao obter insights e perspectivas diretamente do cliente, os pesquisadores podem criar soluções mais inovadoras e eficazes que melhor atendam suas necessidades e expectativas.

Em conclusão, os princípios do design thinking são essenciais para o sucesso da pesquisa de mercado. Ao incorporar estes princípios ao processo de pesquisa, os pesquisadores podem obter uma melhor compreensão das necessidades, desejos e aspirações de seu público-alvo, fornecendo dados mais relevantes e valiosos para garantir decisões comerciais acertadas. Com as ferramentas e técnicas corretas, a pesquisa de mercado pode ser transformada em uma experiência mais substanciosa e inteligente do que já é, trazendo progresso para as empresas.

Design thinking fortalece a pesquisa de mercado: mais criatividade, inovação e empatia.



A arena eleitoral está aí, quase definida. Os competidores, em sua maioria, estão ganhando seus 15 minutos de fama. Por sua vez, os mais conhecidos ampliam sua presença, usando todos os artifícios para tal. E já são percebidas as articulações, interesses e alinhamentos de forças nas convenções.

A mídia cumpre expõe seguidamente as manifestações de suspeitas e exagera casos isolados, alimentando emoções e sentimentos de todos os tipos. Na maior parte são efêmeras e ocasionais. Algumas tornam-se artificialmente duradouras e periódicas, contudo artificiais e instrumentadas. Essas fornecem sustentação às utopias polarizadas, na expectativa de um dos lados preponderar e transformar-se em realidade.

Determinados veículos da mídia tradicional, arriscam sua credibilidade assumindo e assinando posições arriscadas, batendo pesadamente em adversários reais e virtuais, tanto analógica como digitalmente, desconhecendo-se o efeito dessa atitude na formação do voto.

Esse panorama, assim descrito, não garante segurança para os analistas criarem hipóteses sobre o adensamento das correntezas de pensamento dos eleitores. 

Posto que a opinião pública não se revela, mantendo-se silenciosa, sigilosa, em gestação lenta, escondendo suas intenções e vergonhas, seus likes e dislikes. Poderia ser chamada de opinião oculta.

O contexto deste momento não é retratado pelos meios de comunicação de forma séria e fidedigna, livre de turbulências e fake news. Encontra-se encoberto por camadas de espuma semântica, prestidigitações e percentuais de pesquisas fantasiosas, asfixiando o real discernimento da sociedade.

O que irá acontecer, nas próximas semanas, com essa opinião entocada e comprimida? Eclodirá repentinamente de forma acéfala e caótica? Produzirá um líder com a força e foco de um super-herói? Revelar-se-á cindida e débil pela corrosão das controvérsias? Será um tsunami que se desintegrará na praia desfazendo-se em marolas suaves? Não há resposta.

O fato é que não existe monitoramento informacional real e contínuo, metodologicamente correto, sobre o surgimento, crescimento e consolidação de tendências de atitudes e comportamentos sobre as eleições. Imperativo seria um acompanhamento eficiente, como recurso crucial para o design de cenários estratégicos para uso das lideranças políticas, dos stakeholders e principalmente dos gestores das campanhas. Tendo por beneficiário final, claro, um eleitorado bem informado.

Camadas de espuma semântica, prestidigitações e percentuais de pesquisas fantasiosas arrocham e aprisionam a verdadeira opinião pública. 



Mercosul no seu aniversário de 30 anos.  Esse Mercosul tão distante das necessidades e tão próximo das aspirações. Para comemorar, alguns eventos virtuais. Um deles, recomendamos, em portugñol, enfoca o Mercosul Político. Um interessante resultado da parceria entre @isapeoficial e a @REDAPPE, que reuniu especialistas e autoridades. O ISAPE é um think tank brasileiro focado em estudos estratégicos e relações internacionais. 

As exposições foram coordenadas por Augusto C. Dall’Agnol @acdagnol seu vice-presidente. Os depoimentos envolveram questões da integração política, econômica e social da região – voltados à Argentina, Brasil, Uruguai y Paraguai.  

Avaliaram a premência de concretização de políticas públicas regionais, mas reconheceram as dificuldades históricas de criar e compartilhar experiências e boas práticas de cooperação. Para conferir a gravação do evento sobre os 30 anos do Mercosul, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=YGhg6Cmexzc

MERCOSUL - esperanças vivas aos 30 anos 



Sempre defendemos a regionalização do Censo, em todas as etapas. Do planejamento à execução. Ao IBGE caberia apenas a coordenação nacional e o controle da obediência a uma metodologia única.

Caberia aos estados, em conjunto com seus municípios, definirem quais dados seriam de importância regional e municipal, para compô-los com os pontos padronizados comuns ao país definidos pelo IBGE. Em outras palavras, o Censo iria atender a demanda por estatísticas nacionais, mas ao mesmo tempo detectariam pontos específicos regionais e municipais, imprescindíveis para embasar as políticas locais. A participação das gestões municipais e estaduais nesse esforço coletivo seria indispensável, para a instituição de uma base de dados atualizada e compartilhada.                                                      

Quanto à execução, todos esses bilhões de reais previstos talvez pudessem ser repassados, com economia, para as instituições de ensino superior e institutos de pesquisa privados, que teriam a chance de envolver suas equipes e colaboradores nas comunidades, principalmente na coleta domiciliar.          

Como se sabe, significativa parte da população sequer é visitada por recenseadores. Há falhas e dificuldades, cada vez mais acentuadas, de acesso aos recenseados. O momento é de se pensar, inclusive, na viabilização de  entrevistas remotas, como forma de aplicação, a exemplo de alguns estados norte-americanos.  
                                                                                                                    
Os Censos sempre foram realizados mediante esforço extraordinário, entremeados de problemas de campo, despendendo anos para o processamento final e início da disponibilização de dados, que nem sempre podem ser desagrupados. Para a correção de erros e vieses são utilizados artifícios sofisticados de estatística. Alguns municípios contestam os resultados, até na justiça, enquanto outros realizam suas próprias pesquisas para conhecer de perto sua realidade.
Como planejar sem os números do Censo?




O retorno ao trabalho presencial será tema recorrente de agora em diante nas redes sociais. As pesquisas de opinião revelam duas perspectivas dominantes. A primeira é a da necessidade de distanciamento das pessoas e dos ambientes potencialmente vetores do mal generalizado. A segunda, fortalecida pela inicial, é tentadora: a da busca do equilíbrio entre a vida e o trabalho. Ambas têm simpatizantes e opositores. 

Pesquisas registram um forte desejo de retorno aos cenários de produção, mas não apenas isso. As pessoas que, conforme a atividade, puderam trabalhar em casa, querem a incorporação do benefício trazido pela pandemia: manter a liberdade, ampliando a qualidade de vida.

As discussões serão focadas na aspiração de organizar seus próprios horários, conviver com a família e amigos, levar as crianças para a escola, reduzir as horas diárias de trânsito, utilizar novos recursos tecnológicos de comunicação e comparecer menos vezes em pessoa ao serviço.

Muitas empresas, cientes da necessidade de se ajustarem ao novo perfil dos colaboradores, começam a rever seus processos internos e externos. Flexibilidade é a condição para uma rápida adaptação aos novos tempos, onde o balanço entre o remoto e o presencial é crucial. Precisam de um esforço adicional para preparar seus funcionários a superarem os obstáculos trazidos pela mudança. Assim, as pesquisas de clima organizacional, conduzidas junto aos empregados, agregam novos e desafiadores objetivos.

Os debates inevitavelmente ocuparão o tempo de políticos e governantes porque o conceito envolve sujeições às leis, como os riscos de jornada de trabalho sem limites, remuneração inferior, menor estabilidade e redução de benefícios. 

Mídia mundial põe em destaque o retorno presencial. Sim ou não?



Sim, tudo pelo poder e popularidade. Existe a possibilidade de concepção, planejamento e lançamento de candidatos como se fossem produtos. O marketing eleitoral, na prática, tem por fonte o conhecimento do marketing comercial. Mesmo os políticos que se firmaram de forma espontânea e natural, acabam acatando correções de imagem pela aplicação de técnicas de branding usadas para produtos. A orientação é dada por pesquisas quantitativas e qualitativas que geram indicadores de aceitação ou rejeição de determinadas características do político ou candidato. As correções acontecem via mudanças na comunicação e no comportamento. E uma repaginada no rosto também ajuda... Esses artificialismos são aceitáveis? O eleitor vê benefícios? Fale conosco: contato360@bonilha.com.br

Nas eleições, a disputa entre concorrentes autênticos e artificiais.
Eleições: disputa entre concorrentes espontâneos e artificiais.



A disseminação dos grupos focais online é crescente não apenas em razão do impacto viral. Há vantagens, cada vez mais percebidas, em comparação com o método tradicional. A primeira é a da conveniência: as pessoas participam de discussões sobre mercado, política e qualquer outro assunto sem saírem de casa. Anteriormente, precisavam alcançar um local de reunião, especial ou improvisado em uma sala de hotel, nem sempre próximo.  Frio, chuva e horário eram dificuldades adicionais. Hoje é possível recrutar participantes provenientes de locais bem distantes, sem problema. A tecnologia os aproxima, evitando perda de tempo e atrasos. 

REPRESENTATIVIDADE
Quando seria possível realizar um grupo de discussão, por exemplo, com produtores rurais de diferentes locais?  Tornou-se fácil a reunião de moradores de meia dúzia de cidades de uma região metropolitana, para discutir sua integração. Assim como equilibrar a presença de representantes de bairros equidistantes de uma cidade. E trazer à mesa virtual membros das classes altas, com menor disponibilidade para esse tipo de pesquisa. 

AMBIENTES: FÍSICO X VIRTUAL
As salas de dinâmica grupal eram conhecidas pelos espelhos, através dos quais técnicos e contratantes da pesquisa observavam, ocultos, o andamento da reunião. Com a evolução, basta o envio de um link para liberar o acompanhamento de onde estiverem sem perda de conforto.
Ao longo de décadas de uso de espelhos, descobriu-se que eles criam um ambiente padronizado, artificial e estranho, onde os participantes são inseridos. A espontaneidade, ponto crucial da metodologia qualitativa, reduz-se e até constrangimento é gerado. Essas reações ao ambiente de laboratório deixam de acontecer quando o convidado encontra-se acomodado no seu próprio território.

CUIDADOS
A internet pode provocar desvantagem, conforme o provedor ou a região. A deficiência da internet pode interferir no andamento da sessão. O ideal é que o participante disponha de acesso com qualidade razoável e um bom notebook, embora possa usar um celular atualizado. A falta de alfabetização digital não é mais problema. A maioria da população já aprendeu a conversar por meio de recursos digitais e manipula vídeos.  Muitos conhecem a educação à distância e vários trabalham em home office. Esses já sabem que o local para reuniões deve ser silencioso, sem interferências. 

QUEM PESQUISA, SABE
O Instituto Bonilha planeja e executa pesquisas quantitativas e qualitativas com o objetivo de conhecer e  compreender cientificamente os fatos e as tendências da realidade social, política e econômica. Utiliza métodos e técnicas clássicas associadas às  contemporâneas. Pergunte: contato360@bonilha.com.br

Pesquisas qualitativas (profundidade) diferem das quantitativas (extensão), mas se complementam na descoberta de caminhos para o sucesso (insights).



Os institutos de pesquisa que dominam os métodos e técnicas de conversação remota com os eleitores são os únicos que podem conduzir estudos eleitorais rápidos, confiáveis e personalizados - base para a criação de estratégias de sucesso que garantem ao político a principal cadeira da prefeitura.

Indispensáveis para a modelagem de diferenciais para as campanhas eleitorais e para a criação de proposições a serem feitas pelos candidatos, as pesquisas eleitorais, conduzidas como nos "velhos tempos", por meio de contatos pessoais, tornaram-se um serviço raro e demorado, prejudicadas pela duração e consequências da pandemia. Com isso, até mesmo os eleitores perdem uma importante fonte de informação sobre o andamento das eleições no seu município, sobre o potencial dos candidatos a prefeito e a respeito das suas pretensões.

Pesquisa qualitativa. Grupos focais remotos. Todo mundo na telinha.Adicionar legenda



Perplexidade. O mercado entrou em convulsão. Retraiu-se para alguns e abriu-se para outros. Dúvidas e esperanças se entrecruzam. Quanto isso perdurará? O que é primordial para orientar a recuperação da produção e do trabalho?

Os próximos meses serão decisivos para criar estratégias de mudanças inovadoras ou de recuperação de práticas já consagradas. Esses passos devem ser norteados tecnicamente por pesquisas. Pesquisas de mercado. Sem elas não há como prever se haverá reversão das expectativas dos clientes, consumidores, funcionários e fornecedores. Nem como conhecer as tendências com potencial de proporcionar benefícios e estabilizar a vida econômica das empresas e cidadãos.

Dúvidas? Converse conosco

Pesquisa com P de Progresso.