Perplexidade. O mercado entrou em convulsão. Retraiu-se para alguns e abriu-se para outros. Dúvidas e esperanças se entrecruzam. Quanto isso perdurará? O que é primordial para orientar a recuperação da produção e do trabalho?

Os próximos meses serão decisivos para criar estratégias de mudanças inovadoras ou de recuperação de práticas já consagradas. Esses passos devem ser norteados tecnicamente por pesquisas. Pesquisas de mercado. Sem elas não há como prever se haverá reversão das expectativas dos clientes, consumidores, funcionários e fornecedores. Nem como conhecer as tendências com potencial de proporcionar benefícios e estabilizar a vida econômica das empresas e cidadãos.

Dúvidas? Converse conosco

Pesquisa com P de Progresso.


Você conhece os países também pelo comportamento de leitura, certo? Em alguns, os livros de AUTOAJUDA e FICÇÃO são os mais vendidos. Muita gente precisando de ânimo e esperança para descobrir o que fazer da vida. 

Em outros, os livros apenas de AJUDA, técnicos e de não ficção, são líderes de venda. Muita gente trabalhando e produzindo. 

Levantamento da Publishnews mostra os mais-mais vendidos no Brasil.


Não perdemos a motivação. Por três décadas, desenvolvemos e aplicamos conhecimento na área de pesquisa social e de mercado. Nesse tempo, ajudamos a empoderar as organizações públicas e privadas e suas equipes, fornecendo-lhes dados confiáveis e informações inteligentes.

Uma forte convicção orientou esse trabalho permanente: a de que a pesquisa prevê perspectivas diferenciadas, põe à prova novas abordagens e ajuda a prover os consumidores e cidadãos com melhores produtos, programas, políticas e serviços.

Em suma, estamos aí, entrando em outro decênio, solidários e empenhados na solução de problemas e na construção de confiança na sociedade.

E a apenas um clique de distância de você: contato360@bonilha.com.br

Entrando (com vontade!) em nova década de trabalho intensivo, criativo e inovador.


Por mais aversão que isto suscite, inegavelmente, eleição é um  fértil campo de trabalho. Só estranharia quem ignora a natureza essencial do sistema capitalista e da democracia. Uma campanha eleitoral, não importa para qual cargo seja, adquire enorme capilaridade geográfica. Poderá envolver tanto a nação como um todo, como um minúsculo bairro de uma pequena comunidade. São milhares de frontes de batalha, a exigir recursos humanos e, deles, inteligência para gerir e coordenar.

Uma campanha eleitoral nada mais é do que um tipo de organização. Assemelha-se ao modelo corporativo ou militar. Sua missão é conquistar ou manter uma posição de poder. Ao longo da história, as campanhas tornaram-se mais complexas, tendência acentuada nos últimos anos. As mudanças comportamentais dos eleitores e os avanços tecnológicos impuseram transformações nas suas práticas.

Como efeito, abriu-se espaço para gestores dotados de visão holística, capazes de dominar e concatenar as informações que impactam e pressionam os processos eleitorais. Seu papel é captar, processar, analisar e sintetizar dados para a criação de contextos estratégicos persuasivos, sustentadores de táticas efetivas de influência e atração de eleitores.

Estes novos condutores, devem liderar equipes de profissionais preparados e proativos, sem o que, sozinhos, não conseguiriam atingir estes objetivos:

  • flexibilizar e customizar o processo de geração e distribuição de informação
  • examinar os aspectos críticos dos processos da campanha
  • avaliar situações emergentes, ameaças, vulnerabilidades e riscos (inclusive cibernéticos)
  • aplicar a informação na gestão de crises 
  • utilizar competitivamente informações em iniciativas destinadas a ganhar superioridade
  • analisar as decisões de marketing e comunicação da campanha
  • estabelecer critérios de valorização da cidadania e padrões de dignidade social a serem respeitados durante toda a campanha

Tais ações tornam-se factíveis, operacionalizadas com eficiência  e implementadas eficazmente, se amparadas e concentradas em uma unidade a englobar todas elas: um núcleo de informações estratégicas e pesquisas. A produção própria e exclusiva, hoje, é um passo à frente dos adversários concentrando benefícios inegáveis. Sigilo e confidencialidade, imprescindíveis numa campanha, sobrepõem-se a todas as vantagens: tem-se o controle total da obtenção e da disseminação da informação, selecionando-se quais tipos poderão ser produzidos e liberados, quando, onde, como e para quem.

O lema de um curso de pós-graduação em Guerra de Informação, de uma academia européia, resume bem a missão de um núcleo de informações e pesquisas estratégicas: Protagonizar iniciativas, antecipar mudanças e capitalizar oportunidades.
Inúmeras ferramentas analíticas, originárias do mundo corporativo ou militar, são empregadas nas campanhas eleitorais.


Nos últimos dias, intensa movimentação. Políticos ganham coragem, ânimo e assumem riscos. Resgatam o velho jeans do armário e o empoeirado carro da garagem. Cruzam bairros, atravessam ruas e adentram ambientes familiares e institucionais. Inauguram escritórios políticos e mobilizam amigos  para a patrocínio de outdoors. É a pré-campanha em curso que, pela agitação percebida, merece outra denominação: plena-campanha. Cientes do curto prazo, 7 de outubro será o Dia D, apertadíssimo para a consolidação das candidaturas, pré- candidatos antecipam seus périplos para derrotar o primeiro adversário: o calendário.

Nesse novo ciclo eleitoral, terão maior sucesso os candidatos que não se limitarem a portar sua marca por aí, caminhando e apertando mãos. Não basta colocar a face para bater ou para ser beijada por criancinhas, para aquela foto do jornal de campanha. Nem os amplos cartazes dos largos sorrisos, anunciando a gratidão da comunidade ou de entidades. O eleitor não se ilude. Autopromoção, pensa ele.

Por outro lado, não se concebe campanhas sem a presença de infraestrutura humana de apoiadores, composta por gente que sabe bater em portas, fazer apelos telefônicos, mandar mensagens. A democracia também é feita de interações entre cidadãos. Não se prescinde o engajamento das comunidades das regiões mais receptivas ao candidato. Inequívoco é o papel dos parceiros antigos e dos novos para unir diferentes focos e níveis de força. Necessário é recuperar o apoio de organizações amigas, acrescentar outras, bem como angariar o apoio de líderes, ativistas sociais e outros atores que tenham objetivos e agendas comuns. E eles precisam ser ouvidos, suas opiniões avaliadas e absorvidas pelos vários polos e poros da campanha.

No entanto, o efeito desejado, o da vitória,  não se produz imaginando-se uma temporada de colheita de votos, limitada a poucos dias, de quatro em quatro ou de dois em dois anos, movida a velhas práticas. Para esquivar-se das fórmulas desgastadas, os candidatos dependem da adoção de novos princípios, agregando procedimentos concebidos para vencer, calcados em fatos e calçados em técnicas apropriadas para os novos tempos. Atuação que se coadune com a política que está aí, mutante, surgida do redemoinho das redes sociais, canais de intenso desprezo pelas atuais lideranças.

Uma medida educativa para minimizar as mazelas, fraquezas e deficiências partidárias, nesta etapa de troca de mandatos, seria a reciclagem completa na forma de fazer campanha. Disseminar nos partidos o aprendizado de inovações tecnológicas, de melhores práticas, de treinamento padrão e de recursos para os diretórios e candidatos individuais.

Tal mudança de paradigma ou choque de modernidade, por exemplo,  esclareceria amplamente as equipes táticas: desde as formas legais de obtenção de fundos até a maneira de contatar os eleitores buscando aproximar as questões locais das preocupações nacionais. Aguardemos o milagre acontecer.

Consulte nosso site para saber mais sobre pesquisas nas áreas de Política & Governo e de Negócios & Comunicação: Instituto Bonilha

Dia D chegando. Candidatos se apressam para derrotar o primeiro adversário: o calendário.


Capítulo 1: Um por todos! Todos por um!

Por gerações, o lema Um por todos! Todos por um! consagrou-se como um verdadeiro slogan dos heróis Os Três Mosqueteiros. Este brado, que sintetiza um ideal, transcendeu os limites do original de Alexandre Dumas, o autor, e inspirou centenas de versões livres no cinema, teatro, música e quadrinhos. Obras que enaltecem o valor da lealdade, da amizade e do apoio mútuo para a consecução de um objetivo. Atuando de forma sistêmica - cada parte integrada ao todo e o todo pela parte -  os personagens inseparáveis tornaram-se invencíveis.  Athos, Porthos e Aramis - sob a liderança do hábil D’Artagnan - alcançaram a posteridade, por exprimirem o sonho de conseguir vitoriosamente o que se quer.

A imaginação desdobra-se em realidade. Os novos mosqueteiros, agora cidadãos consumidores e cidadãos, estão a perseguir o mesmo fim: obter o necessário de forma vantajosa, conquistando vitórias nas batalhas do “ter” para “ser”. As espadas dos três mosqueteiros, instrumentos que asseguravam conquistas, transformaram-se, multiplicaram-se em número e cresceram em alcance.
Converteram-se em poderosos dispositivos eletrônicos, manejados interativamente,  não apenas por 3 - mas por 3 mil, 3 milhões ou 3 bilhões - gigantescos números de pessoas, entrelaçadas nas redes sociais. As decisões passaram a ser embasadas na troca de informações e os efeitos delas sofrem avaliações coletivas.

São eles Os Três Bilhões de Mosqueteiros, número de usuários da Internet, disseminados em inúmeras comunidades virtuais, batalhando ativamente por valores que o mercado e a política tradicionais ainda insistem em não reconhecer.

Capítulo 2: Um para Um!

A união faz a força, não se discute. Mas a combinação de esforços e de pensamentos não exige despersonalização. Cada um dos mosqueteiros – no caso, consumidor ou eleitor - possui características específicas a demandar respeito e potencialidades individuais a serem realizadas. Assim, o novo século trouxe uma nova sigla: CX – traduzida como experiência do consumidor (Costumer eXperience).

Indústria, comércio, prestadores de serviços ou governos estão encarando de frente a urgência de colocar em primeiro lugar a percepção do indivíduo e, sobretudo, preparar cenários para que sua experiência seja satisfatória, de preferência excelente. Para que isto ocorra, todas as etapas que levam à sensação final do cliente ou cidadão devem ser cuidadosamente pesquisadas: conhecimento, compreensão, aplicação, uso, análise, julgamento e defesa que faz do produto ou serviço. O sucesso é constatado pela aceitação, pela fidelização e pela propagação daquilo que é aceito.

Um dos focos estratégicos mais relevantes, inevitável, será conduzir o cidadão consumidor para o centro de todos os processos, proporcionando-lhe momentos gratificantes. Isto porque o seu pensamento, sobre aquilo que aspira e adquire, não é mais prisioneiro do anonimato. Mais cedo ou mais tarde estará registrado na mídia social, seja positiva ou negativamente.

Atentas às mudanças de perspectiva, as organizações empresariais e políticas passam a modificar seus procedimentos: impõem-se a orientação de visualizar a pessoa do consumidor ou eleitor como núcleo de todos as deliberações e iniciativas. Da mesma maneira como o mercado vai se adequando às exigências de individualização, a política bem sucedida será a do reconhecimento das especificidades do cidadão. Não há como fugir desta pressão social direcionada ao empoderamento do indivíduo.

Customização não basta

A centralidade não se esgota na customização do produto ou serviço a grosso modo, como entendidas pelo marketing até há pouco. Isto é apenas uma parte. É mais do que “deixar a mercadoria no gosto do freguês”. Nem basta “atender o cliente” considerando o seu segmento, nem mesmo o micro-target a que pertence. O relacionamento Um para Um requer um alinhamento com “sintonia fina”. É um atendimento diferenciado de “alguém com nome, características e necessidades próprias”,  fundado no conhecimento das suas  exigências, por mais pueris que sejam. Deve levar em conta o seu raio X e o seu jeito de ser, inferidos de dados analíticos. Cada contato, em cada etapa, deve ser consistente e destinado a compor uma convivência duradoura, superior às transações efêmeras meramente comerciais.

O exemplo mais comum é o dos aplicativos, onde o usuário pode ajustar pessoalmente funcionalidades ou obter, por chat, alterações exclusivas para atender suas preferencias pessoais. Numa rede de  lavanderias não mais se estranha ao surgir a pergunta: “Dona Bianca, a senhora ainda quer suas camisas brancas em cabides brancos?”.  As meias de tamanho único, que serviam a todos indistintamente,  estão fadadas ao desaparecimento. Aliás, as medidas corporais dos clientes, tecidos e cores preferidas, em breve estarão gravadas nos softwares das indústrias de confecção. Drones começam a fazer entregas de pizzas ou medicamentos.

Pesquisando a experiência

Para avaliar a CX, experiência do ser humano no seu papel de consumidor ou eleitor, não é suficiente aferir sua satisfação com o produto ou serviço em si. Mais do que percentuais de aprovação, torna-se imprescindível que empresas, entidades e governos acompanhem o percentual de centralidade. Este tipo de pesquisa revela o impacto da proximidade, relacionamento e envolvimento em co-criação de soluções - na geração da satisfação dos mosqueteiros do século XXI.

Três bilhões de mosqueteiros em luta por seus sonhos e direitos.



Perseverança é uma qualidade que impulsiona alguém a continuar algo mesmo em condição de dificuldade. Definição de dicionário. Sobre isto, Jobs, o Steve, observava: “a metade que separa os empreendedores de sucesso dos mal sucedidos é pura perseverança”.

Posto que situações emaranhadas fazem parte da essência tanto dos negócios como da política, conclui-se que ambos são campos de ação para obstinados.

Estudos e publicações buscam delinear o líder contemporâneo, atribuindo-lhe alguns traços de personalidade. Este post sugere meia dúzia de “garras” que caracterizam um líder persistente.

Garra para...

1. Vencer as próprias resistências.  O inimigo número um da perseverança é a tentação de deixar para depois ou substituir uma tarefa árdua por outra mais fácil.

2.  Afastar a expectativa de sucesso imediato. Quem é forte nas suas convicções não se engana: resultados nem sempre chegam no tempo esperado, assim como não há garantia de serem positivos.

3. Dizer não. É preciso força mental para enfrentar riscos e decepções; dizer não ajuda muito a evitá-las. Antes de concordar é preciso avaliar a conveniência frente a prioridades e valores. Não ter receio de contornar convites e pressões que nada acrescentam à vida ou aos projetos de trabalho.

4. Expor vulnerabilidades. De quando em quando é benéfico. Não significa irresponsabilidade ou inconsequência. Envolver-se em cenários que ponham à prova a perseverança, sentir as próprias debilidades, faz parte do aprendizado vital. Nem todos os caminhos conduzem a uma recompensa; são trilhados pelo simples prazer, pelo desafio ou para provar a própria tenacidade.

5. Não usar como modelo aqueles que aparentemente são “melhores” ou mais valorizados pela sociedade. Um líder autêntico não inveja, nem copia: constrói-se por si mesmo. Mas é legítimo estudar como as pessoas de pulso conseguem ser o que são. Dessas observações decorrem descobertas que podem ser assimiladas, se compatíveis com a energia, tempo e propósitos.

6. Colocar em cheque a capacidade de testar-se, mediante alguma forma radical, como lançar-se fora da rotina produtiva cotidiana, aceitando a missão de escalar picos elevados, percorrer corredeiras, atravessar oceanos ou transpor regiões inóspitas.

Você conhece um líder pelas suas garras.




É bem provável que na sua próxima refeição, beber ou comer, você irá colocar na boca produtos aprovados por outros cidadãos. As pesquisas determinam o que vai para o mercado consumidor e o que não vai. O que é “barrado”, você não consome e talvez nem venha a conhecer. Somente os produtos com aceitação estatisticamente comprovada, resultantes de lançamentos bem sucedidos, chegam a sua mesa. Fora dessa oferta direcionada, claro, há alternativas caseiras ou artesanais.

O Instituto Bonilha acumulou conhecimento e compreensão sobre o mercado de bebidas e alimentos ao longo de dezenas de projetos de pesquisas quantitativas e qualitativas - realizados para grandes empresas e cooperativas - cobrindo todas as etapas, desde a concepção, comunicação, distribuição, posicionamento até o comportamento de escolha e consumo dos produtos.

Para matar sua curiosidade, veja alguns projetos desenvolvidos integralmente, desde o planejamento metodológico até a análise da aplicabilidade dos resultados, que integram a expertise do Instituto Bonilha:

  • estilo de vida e consumo de categorias de produtos em redes de supermercados
  • satisfação com características de alimentos e bebidas servidos em refeições coletivas
  • potencial de mercado para leite vitaminado e outros compostos
  • comportamento de compra de frutas e legumes em mercado municipal
  • comportamento de consumo de produtos alimentícios da região para orientação de política de valorização da produção local
  • estudo sobre o consumo de frango e avaliação de marcas de cooperativas
  • conhecimento e aceitação regional de tipos de arroz
  • comportamento de consumo de guloseimas
  • pré-lançamento de barra de cereais
  • estudo de mercado de cafés solúveis
  • análise do mercado do mercado de biscoitos, macarrão e massas em geral
  • adaptação de marca tradicional para o setor alimentícios
  • degustação de sucos concentrados 
  • brand image tracker para rede de pizzarias
  • censo de marcas de iogurte em pdvs em Minas Gerais e Rio Grande do Sul
  • censo de cerveja em pdvs de bebidas
  • recall de propaganda do açúcar e de café
  • flagrante de compra de frango resfriado
  • testes de degustação: cerveja artesanal, sucos, refrigerantes, etc
  • pré-teste de embalagens de sucos concentrados e chás longa vida
  • pré-teste de embalagens de alimentos pré-cozidos
  • pré-teste de embalagens de linha completa de laticínios
  • pré-teste de embalagens de sucos concentrados e chás longa vida
  • pré-teste de embalagens de farinha de trigo

Some-se à experiência mais de duas décadas de acompanhamento da lembrança de marcas de várias categorias de bebidas e alimentos, por meio da pesquisa anual Top of Mind, feita com consumidores.

O Instituto Bonilha não trata de aspectos específicos da tecnologia alimentar, nutricional ou da química dos alimentos. Dedica-se a pesquisar a relação do produto com o mercado, testando conceitos, nomes comerciais e embalagens. Discute com o mercado sobre variedade, qualidade, concorrência, canais, preço e publicidade. Verifica e analisa como o produto é acolhido, embasando-se em análises sensoriais e testes de aceitação. Quem semeia novos produtos no mercado, colhe bons resultados.

Quem semeia novos produtos no mercado, colhe bons resultados.



Do not miss this! A new puffin is being born. Live.
Dr. Kress founded Project Puffin over 40 years ago in an effort to restore puffins to historic nesting islands in the Gulf of Maine using innovative methods like decoys, mirrors, and recordings to attract birds to suitable nesting sites. Its successes have made it a model around the world. Live: http://tinyurl.com/npzhbh3

Dr. Steve Kress.


Feriado vem, feriado vai e os cérebros das lideranças não descansam. Não há como parar de pensar em negócios ou na tal da política que, via de regra, os atrapalham.

Mesmo os cidadãos comuns, sem tempo ou recurso para feriar, dão um jeitinho de se energizar para conceber alternativas de sobrevivência. Sonham empreender algo próprio para ampliar suas possibilidades e superar a limitação de apenas ganhar o pão do dia.

Essa chama do empreendedorismo continua com toda a força no país. Um terço dos brasileiros buscam outra perspectiva de futuro financeiro, fora do emprego e da Megasena - seja por necessidade ou por oportunidade. É o que mostra a pesquisa GEM, edição de 2014, recém divulgada.

O GEM é um estudo anual de acompanhamento mundial do empreendedorismo. Tivemos orgulho de participar da sua implantação no Brasil, pioneiramente, no início da década, sob o comando da equipe nacional e da London Business School. O relatório global pode ser baixado gratuitamente do site internacional: report

A pesquisa cobriu 73 economias, representando 72% da população mundial e 90% do PIB global.


Startup Grind, impulsionado pelo Google for Entrepreneurs, é a maior mobilização do gênero no mundo. É uma comunidade envolvendo 75.000 empresários iniciantes, de 100 cidades de 42 países. Estivemos na abertura e constatamos que a participação é fácil e motivadora.

O depoimento da Gradys Maioto, criadora e CEO da JáEntendi, plataforma para estimular cérebros de alunos e capacitar profissionais, empolgou a plateia.

Startup Grind é mais uma porta aberta para quem quer se realizar como empresário. Conta com apoio do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade - IBQP.

Sandro Nelson Vieira, Presdente do IBQP; Rodrigo Alvarenga, Chapter Director 
do Startup Grind e Rogerio Bonilha.


Líderes e dirigentes estudantis da década de sessenta continuam ativos, idealistas e combatentes, contribuindo nos mais variados segmentos da sociedade. É o que pudemos constatar revendo colegas da época em que o movimento estudantil era visivelmente fervoroso e influenciava o destino do país.

No encontro, que reuniu expoentes da política estudantil daquele período, no final de março, organizado pelo ex-presidente da União Paranaense dos Estudantes (UPE) Juarez da Fonseca, estiveram presentes no Salão Rosa do Clube Curitibano dezenas de empresários bem sucedidos, profissionais liberais, personagens proeminentes do setor público e conhecidos nomes da política paranaense.

Num clima de camaradagem, diferentes correntes ideológicas e posições políticas opostas se fizeram representar, mas todos originários de um mesmo período de grande efervescência: os anos sessenta. Alguns jamais abandonaram a atividade pública, como Cândido Martins de Oliveira, homenageado no evento.

Rogerio Bonilha (à direita), atuante na política desde o curso secundário, ao lado de Cândido Martins de Oliveira (à esquerda) e Fric Kerin.



Exceto uns míseros percentuais positivos eventuais, a tensa realidade da indústria marca negativamente a performance da economia como um todo. Sua reduzida competitividade é consequência de fatores bem conhecidos. Três deles somam peso suficiente para puxar para baixo os resultados de empresas industriais independentemente do porte, da época da fundação e do ramo de atividade. São eles: a formação dos atuais gestores, seu tempo de empresa e sua faixa etária. Este comentário restringe-se ao Sul brasileiro.

Avaliações que fizemos em 2011 revelaram que três quartos dos cargos dos setores administrativos e de recursos humanos, na indústria, são ocupados por egressos de cursos superiores que ainda não completaram 40 anos e que possuem menos de cinco anos de experiência nas empresas onde trabalham. Profissionais com capacitação genérica e precária, egressos de universidades ou faculdades que ocupam posições baixíssimas nos rankings nacionais e mundiais, são os executivos que comandam ou dividem responsabilidades pelos destinos da indústria sulista.

A vivência cotidiana dos processos industriais não compensa as deficiências do aprendizado formal. A razão para isso é simples: os ambientes de trabalho se caracterizam, comumente, pelo nível reduzido de incorporação tecnológica, baixa produção, gestão ineficiente, pouca preocupação com a qualidade e, menos ainda, com a inovação.

No contexto internacional, ao contrário, a indústria vem se tornando cada vez mais apta a enfrentar disputas acirradas de mercado, com quadros qualificados para acompanhar a crescente complexidade da atividade e inserir-se na tendência globalizante.

Quanto ao fator cronológico, recém-saídos da juventude e acumulando curto período de empresa, não se pode dizer que os atuais gestores componham quadros experientes e competitivos.

Os números comprovam a existência de uma combinação imperfeita: baixa qualificação e pouca experiência que não são compensadas pelos ambientes de trabalho industrial. Neles predominam índices modestos de exigência e práticas produtivas convencionais.

Algum plano para amparar a indústria do Sul?


As crianças brasileiras, de 7 a 12 anos, podem faturar alguns dólares, além de tomarem contato com um  tema de extrema importância: a estatística. Portanto, atenção professores, pais e avós. Vamos incentivar a criançada?

É facil participar. O tema é “como a estatística colabora com o bem estar das pessoas do seu país ou da sociedade global”. Os organizadores do concurso aguardam fotos de alta qualidade acompanhadas de uma descrição de até 50 palavras. O concurso é internacional e a premiação será por continente. A data final é 1º. de dezembro. A ficha de inscrição encontra-se aqui: http://www.statistics2013.org/iyos/photocontest.cfm
 
Quem promove? O concurso é apenas uma atividade a fazer parte das comemorações do Ano Internacional da Estatística (Statistics2013).  Mais de 2.250 organizações de 128 países estiveram unidas para divulgar a importância da estatística para a comunidade científica, empresários, usuários de dados dos governos, mídia, planejadores públicos, instituições de ensino e milhares de profissionais.

O Instituto Bonilha foi o único instituto de pesquisas de opinião privado brasileiro a integrar o Statistics2013, até agora a mais importante iniciativa do gênero em âmbito mundial. Basta ver o conjunto de organizações que a patrocinaram: American Statistical Association, Institute of Mathematical Statistics, International Biometric Society, International Statistical Institute (e a Bernoulli Society), and Royal Statistical Society.

 


Nada substitui a experiência prática. Especialmente para o pesquisador de opinião e mercado, é essencial vivenciar múltiplas situações em diferentes empresas e organizações, de diversificados setores, portes e segmentos.
E a teoria?
Estar com “as mãos na massa”, interagindo, envolvido num processo de ensino-aprendizagem marcado pela execução, não revoga a essencialidade da teoria. Seu papel é vital: direciona a extração dos conteúdos e orienta a construção do saber.
Os diálogos com as inúmeras equipes corporativas, interpretando resultados de estudos em busca de insights, justapondo-os à realidade, revelam caminhos desafiadores e paisagens desconhecidas.  A exploração desses novos horizontes, mediante a aplicação de estratégias inovadoras, dinamiza as transformações. E a percepção dos efeitos das mudanças, elucidando tendências, complementa a competência para ouvir e aconselhar.

Na escola, pouca prática. No trabalho, falta teoria.